'
Vendo as feridas que se formaram ao redor do tempo
Caminhando pelas trevas da solidao
Construindo dentro de mim um conceito de força
Sozinha dentro de mim, mergulhando dentro de mim
Presa em emoçoes vazias
Suplicando por ajuda perdida no mar
A agua turva engolindo-me aos poucos.
Uma luz na extremidade do mundo
Meus dedos magros e frios tentam alcança-la
Somente ela tem o poder de salvar os coraçoes mortos
Trazendo-os de volta a vida
Sem mais feridas para machuca-lo atraves do tempo
E o sol que rasteja no horizonte deixa as nuvens escuras
Nuvens escuras que choram com o abandono poente
Essas lagrimas que me abandonam
De volta a vida.
FM.
Burning home.
Escrito por
Fernanda Medeiros
às
19:11
Ate tudo queimar
Vendo tudo desaparecer
Enquanto eu grito
Desejando-a de volta
Enquanto ela vai pra longe...
Enquanto tudo queima ao redor.
E deitado ao seu lado, ouvindo-a respirar
A vida que flui dela corre como fogo em mim
Um amor sem palavras, sao sensaçoes
Nao pense em mim como distancia
O encontro de nossos olhos queima ao redor
Vendo tudo desaparecer.
FM.
Vendo tudo desaparecer
Enquanto eu grito
Desejando-a de volta
Enquanto ela vai pra longe...
Enquanto tudo queima ao redor.
E deitado ao seu lado, ouvindo-a respirar
A vida que flui dela corre como fogo em mim
Um amor sem palavras, sao sensaçoes
Nao pense em mim como distancia
O encontro de nossos olhos queima ao redor
Vendo tudo desaparecer.
FM.
Forgive me. Forgive me. Forgive me.
Escrito por
Fernanda Medeiros
às
21:19
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
'
Quando a brisa fria penetra um coraçao.
O chamado dos anjos e entoado com mais força.
Linda musica que anuncia a morte.
Caminhando pelos vastos campos cinzentos.
Olhe nos olhos cansados deles.
Sao vozes melodiosas, odiosas, opio no ceu.
Dentro da guerra, do sangue.
E a morte se anuncia por essas vozes.
De anjos feitos para nao serem felizes.
Eles pedem perdao.
Nao os odeie.
Nao se pode ve-los sorrir.
Anjos tristes e maculados a vagar por tons de cinza.
Que da guerra salvam os caidos.
FM.
Quando a brisa fria penetra um coraçao.
O chamado dos anjos e entoado com mais força.
Linda musica que anuncia a morte.
Caminhando pelos vastos campos cinzentos.
Olhe nos olhos cansados deles.
Sao vozes melodiosas, odiosas, opio no ceu.
Dentro da guerra, do sangue.
E a morte se anuncia por essas vozes.
De anjos feitos para nao serem felizes.
Eles pedem perdao.
Nao os odeie.
Nao se pode ve-los sorrir.
Anjos tristes e maculados a vagar por tons de cinza.
Que da guerra salvam os caidos.
FM.
Can't cry it all away.
Escrito por
Fernanda Medeiros
às
17:16
'
Lagrimas de sangue que correm.
Descem espessas pelo tecido alvo de minha pele.
Caem cortantes como um punhal.
Envenenadas por um medo infantil.
Tome minhas maos gelidas.
Controle minha mente que ja nao se obriga a sofrer.
Me permita morrer sem o sofrimento da vida de antes.
Somente me permita chorar enquanto caio de joelhos.
Vida morbida e vazia de anjo caido.
Sem asas para fugir deste lugar.
Rastejando.
E nao posso chorar para que isso passe.
Me salve do fim.
Doce solidao a me pestear.
God, just don't hate me
Because I'll die if you do;
FM.
Lagrimas de sangue que correm.
Descem espessas pelo tecido alvo de minha pele.
Caem cortantes como um punhal.
Envenenadas por um medo infantil.
Tome minhas maos gelidas.
Controle minha mente que ja nao se obriga a sofrer.
Me permita morrer sem o sofrimento da vida de antes.
Somente me permita chorar enquanto caio de joelhos.
Vida morbida e vazia de anjo caido.
Sem asas para fugir deste lugar.
Rastejando.
E nao posso chorar para que isso passe.
Me salve do fim.
Doce solidao a me pestear.
God, just don't hate me
Because I'll die if you do;
FM.
The sweet Scape.
Escrito por
Fernanda Medeiros
às
16:24
'
Uma saida sutil.
Um quadro borrado na parede.
Duas maos atadas e labios desbotados.
Uma saida sutil.
Ossos de uma alma doente.
A solidez de um caminhar destemido.
Uma saida sutil.
A mente pressionada por grandes melodias.
O sol que queima em sua pele.
Apenas uma doce saida sutil.
FM.
Uma saida sutil.
Um quadro borrado na parede.
Duas maos atadas e labios desbotados.
Uma saida sutil.
Ossos de uma alma doente.
A solidez de um caminhar destemido.
Uma saida sutil.
A mente pressionada por grandes melodias.
O sol que queima em sua pele.
Apenas uma doce saida sutil.
FM.
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Iesu, Rex admirabilis
Et triumphator nobilis,
Dulcedo ineffabilis,
Totus desiderabilis.
Et triumphator nobilis,
Dulcedo ineffabilis,
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