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Abriram os portões
Começou a onda de dor.
Lentamente romperam a indiferença
Um sabor acre de horror.
Apontaram suas lanças
Para os olhos em torpor.
Sugaram seus sorrisos
Ao redor de suas cabeças.
E antes que gritos rasgassem suas gargantas, restou o silêncio novamente.
Vítimas de um crime que nunca entenderam.
FM.