Gaslight

quinta-feira, 9 de dezembro de 2021

IDEIAS BOAS

Você estragou tudo que era bom

Sempre disse que ninguém te entendia

Transformou todos os meus momentos em seus

Apenas me deixe em paz, porra




Acampamento Sra. Dumas para Escritores-Prodígio

sábado, 4 de dezembro de 2021

 Essa é uma ideia que venho amadurecendo por meio da escrita de contos e pequenos diálogos, pesquisas sobre os temas e, principalmente, um exercício sobre minha própria profissão. Como primeira referência,  a ideia que tenho é a de um acampamento de verão sombrio para jovens seres fantásticos. Lobisomens, vampiros, fadas, sereias indígenas. Quero representatividade de todas as mitologias em um só lugar, como sempre. Preciso organizar a história, mas o melhor lugar pra fazer isso é aqui mesmo kkkkkk E VAMOS LÁ.


Essa é a casa do zelador-fantasma do acampamento, o Sr. Cervantes.



E vamos de exercícios de criatividade!

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É engraçado. Sempre que eu me sinto meio esgotada criativamente, volto a esse blog e tento me encontrar. É como diz ma girl Amy Lee, here in the darkness I know myself. E aqui estou eu, em mais um dezembro esgotado e esperançoso, para tentar me reencontrar outra vez. Dessa vez, perdi os primeiros quatro dias do mês porque estava trabalhando muito (Fernanda de 2010, quem diria que você não ia ter tempo de ficar de boas na internet, usando o ócio criativo pra criar histórias. Saudade desse tempo, mas ao menos hoje em dia eu tenho dinheiro para COMPRAR TUDO QUE QUERO E INVESTIR NA BOLSA E NÃO ACHAR QUE VOU MORRER DE FOME SEMANA QUE VEM KKKK).

Bem, voltando ao ócio criativo, não o tenho mais. Com todos os serviços que estou pegando e com tudo que estou fazendo para sobreviver neste mundo capitalista, o ócio criativo deu espaço a uma cobrança diária e excessiva e urgente. Só tenho uma quantidade específica de horas no dia para fazer o que preciso, e a conectividade acaba roubando meu tempo de fazer nada e pensar. Aliás, essa urgência também está na idade. Quando comecei esse blog, tinha 18 anos e nenhuma responsabilidade. Hoje, com 29, 30 está batendo na porta, as responsabilidades da idade começam a pesar e o ócio criativo se desfaz. Falta espaço para mergulhar no mais profundo escuro da minha criatividade e sobra "preciso sair daqui, preciso de mais renda, preciso estudar mais, preciso investir mais nisso aqui esse mês, preciso chegar aos 500 mil logo, preciso parar de usar meu tempo com futilidades". Só que por futilidade, eu começo a entender meu tempo de escrever. O que era uma paixão se transformou em uma FUTILIDADE. Ócio se transformou em Ódio. Criatividade se transformou em frustração. Idade me transformou em uma velha chata antes do tempo kk.

Mas acho que as obrigações da vida adulta não foram as únicas coisas que mataram minha criatividade. Uma vez, criei uma esperança sobre um convite para um livro, achei que aconteceria, mas escolheram outra pessoa. Foi triste. Outra vez, vi pessoas desonestas plagiando plots originais para criar as próprias histórias, vendendo isso e se vangloriando como se fossem gênias. E o pior, essas pessoas foram celebradas. Foi desanimador. Depois, uma garota me deu uma carteirada e me humilhou com mensagens de áudio gigantescas falando sobre o quanto eu era burra e o quanto eu não sabia escrever e precisava de ajuda. Foi revoltante. Principalmente porque ela disse que "narrador observador é o personagem que observa muito as coisas". E eu sou a burra que não entende nada de escrever. But, who cares? Aí, depois de tudo isso, percebi que passei quatro anos escrevendo por trás do pseudônimo e recebi inúmeros "frankly, my dear, I don't give a damn". Usei todo o meu tempo, minha saúde mental e física, matei minha vida social, perdi amigos e contatos e até a vontade de viver. Foi destruidor. Mas, é isso. Paciência. Quando voltar a escrever, vou me certificar de que a autora sou eu, e que eu sou o rosto das minhas ideias, das minhas palavras, da minha arte.

UAU. Esse desabafo me ajudou muito. KKKKKKKKKKK

ENFIM

Nesse mês, depois de mais um ano de merda, vou juntar aqui todos os dias alguma coisa que me ajude a criar coisas novas e escrever meus próprios projetos. YEAH, BABY. I'M READY.

FM.












Metas para dezembro de 2019.

domingo, 1 de dezembro de 2019
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Todos os anos, eu tento impor metas em meses que eu considero mais importantes pro meu ano. Outubro e Dezembro, porque eu amo Halloween e Natal. Não as comemorações, mas a vibe da época. Esse ano, eu consegui cumprir minha meta de ver filmes de halloween no mês de outubro, e agora em dezembro eu quero muito conseguir cumprir minha meta. Por isso, resolvi postar aqui, pra não esquecer que esse ainda é meu diário há quase dez anos. <3 p="">
LISTAS

Para ler:
- Nosferatu
- O Conto da Aia
- O Corcunda de Notre Dame

Para ver:
- Um dorama de terror
- Uma série curta de terror
- 5 filmes com temáticas de Natal

Para fazer:
- Escrever os 4 últimos capítulos de Girl Meets Evil.
- Escrever um poema.
- Um capítulo de Lítio.
- Postar nem que seja uma foto todos os dias no blog, pra fazer um diário de dezembro aqui.

Volto em primeiro de janeiro de 2020 a essa lista pra ver o que eu consegui completar!


FM.






Don't call me, even when you're sober.

sábado, 15 de abril de 2017
Couldn't take the blame
Sick with shame
Must be exhausting to lose your own game
Selfishly hated
No wonder you're jaded
You can't play the victim this time
And you're too late

So don't cry to me
If you loved me
You would be here with me
You want me, come find me
Make up your mind

You never call me when you're sober
You only want it cause it's over
It's over

How could I have burned paradise?
How could I?
You were never mine

Don't look Back

quinta-feira, 6 de abril de 2017
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Cabecinha boa de menino triste, 
de menino triste que sofre sozinho, 
que sozinho sofre, — e resiste, 

Cabecinha boa de menino ausente, 
que de sofrer tanto se fez pensativo, 
e não sabe mais o que sente... 

Cabecinha boa de menino mudo 
que não teve nada, que não pediu nada, 
pelo medo de perder tudo. 

Cabecinha boa de menino santo 
que do alto se inclina sobre a água do mundo 
para mirar seu desencanto. 

Para ver passar numa onda lenta e fria 
a estrela perdida da felicidade 
que soube que não possuiria.

A Criança de Melodias Espectrais

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Acho que vivo em permanente estado de reflexão. Ao menos uma vez por dia penso em algum arrependimento, ou alguma lembrança feliz, que ganha vozes, cores e tatos, à medida que se prolifera em minha mente. Porém há dias em que a tristeza se abate de maneiras inimagináveis, e me sufoca. Nesses momentos eu me dedico exclusivamente a vivê-la, e a sinto em seus âmbitos mais profundos.

Porque somente comigo posso ser livre, inteira. E reclusa. Em meus momentos de solidão posso me ligar mais profundamente ao que chamam de criatividade, e que eu chamo de fiel amiga.

Eventualmente fico desamparada pelo silêncio, e preencho o vazio com música. As que escrevo, as que canto, as que reproduzo. Mas, principalmente, as que me cavam profundamente, num buraco bem dentro do peito, e me adormecem na piscina de piche em que secretamente vivo. Conectada ao meu mundo, mergulhada em minhas sombras, o único lugar em que verdadeiramente me conheço.

Calo-me. 

É aí que encontro minha arte. Às vezes seca, impiedosa, dura, difícil de mastigar e engolir, por ser franca e indelicada. A mais pura forma de ferir. Essas ondas se chocam contra mim em textos prolíficos, sonhos estapafúrdios, notas de rodapé que nunca deixo escapar. Vem em forma de prosa, ou em poemas oníricos, em melodias que componho para afundar minha voz em lamentos. Essas eu geralmente evito tornar públicas, por serem ofensivas mesmo para mim. Mantenho-as secretas em um diário, porque não me vejo sem um, desde os treze anos.

Todavia, em alguns arroubos mais gentis, encontro-me diante de um espelho que não precisa se partir para revelar o que há por trás. Eu só preciso olhar para mim mesma, e a arte se floreia em nuances sutis e perfumes suaves. Como se arabescos pudessem se pintar no ar, enquanto imagino. Nesses momentos trago à tona composições menos claras e óbvias. Elas são cheias de simbolismos, de suspiros, adornos linguísticos ou não-verbais, quando as desenho. Elas nascem em mim como o sol se põe todos os dias, ou como a lua que brota no horizonte no ápice de suas fases, minha preferida.

Elas respiram em mim a poesia mais sombria e doce que há em minha noite.

Essa é a parte que mais amo em minha alma. Esse fragmento não é frio e alheio à realidade como o resto de mim. Essa parte da minha alma não é podre, nojenta, infestada de incertezas adultas sobre um futuro que já parece ser um passado fadado ao fracasso.

Ela é uma criança feita de melodias espectrais que me assombram e saltam aos sentidos, pois ela é cega. É feita de sombras, sem nenhuma cor, porque matizes não florescem na escuridão. Feita de noites, suspiros oníricos e alguns arabescos que surgem em minhas palavras, minhas escalas, em cada rasto de olhos mortos que desenho. Feita da quietude e do aprisionamento.

Da delicadeza de fazer... arte.

FM.

Sick.

quarta-feira, 5 de abril de 2017
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Sick of it all
Sick of it all
We will not follow
Sick of it all
Sick of it all
They don't understand how
Sick we are, sick we are
Of this bottomless pit of lies
Behind closed eyes
FM.

He is a Pirate!

terça-feira, 21 de março de 2017
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John "Jack" Rackham, também conhecido como Calico Jack (26 de dezembro de 1682 - Jamaica, 18 de novembro de 1720), foi um capitão pirata inglês durante o século XVIII. 

Quando o juiz perguntou à Rackham quais seriam suas últimas palavras, ele disse "Quem você pensa que é? Por acaso você é Deus para ter o direito de decidir o meu destino e de meus homens? Pegue suas palavras pomposas e as enfie no lugar de seu corpo em que o sol jamais bate. Encontro você em outra vida. Adeus."

corveta é um tipo de navio de guerra. Atualmente, o termo é utilizado, por diversas marinhas de guerra, para classificar uma gama de navios que vai dos navios de patrulha maiores aos navios de escolta oceânica menores.
A palavra "corveta" é derivada do termo latino "corbita" (pequeno corvo), chegando à língua portuguesa através do termo francês "corvette". Este termo designava originalmente uma embarcação de guerra à vela, de dimensões inferiores às da fragata, surgida nos finais do século XVIII. As corvetas possuíam menores dimensões do que as fragatas, embora também possuíssem três mastros de velame. Ao contrário das fragatas, as corvetas não dispunham de uma bateria inteira coberta de canhões.

Provavelmente foi a Marine royale francesa a iniciar o uso do termo "corveta" para designar pequenos navios de guerra, no final do século XVII. O termo generalizou-se, nas marinhas dos outros países, no final do século XVIII e no início do XIX.

Port Royal, localizada na rota de navegação entre a Espanha e o Panamá, oferecia outro porto seguro para os piratas. Clamada originalmente pela Espanha, a Inglaterra adquiriu a cidade em 1655. Em 1659, duzentas casas, lojas e armazéns cercavam o forte. Mas a medida que os ingleses não mandavam guardas e dinheiro para a defesa do lugar, o governo jamaicano recorreu aos piratas para defender a cidade das invasões francesas e espanholas.

Lista de compras:

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017
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-Caixa Trilogia A Fundação - Isaac Asimov
-Caixa Em Busca do Tempo Perdido - Marcel Proust
-Caixa Dom Quixote - Miguel de Cervantes
-Caixa As Mil e Uma Noites - Antoine Galland
-O Conde de Monte Cristo - Alexandre Dumas
-O corcunda de Notre Dame - Victor Hugo
-Caixa Sherlock Holmes - Arthur Conan Doyle