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Cansada, estressada, sozinha, com vontade de gritar. Me contenho a escutar uma música qualquer. Paro. Estudo. Paro. Venho até aqui expulsar uns fantasmas por uns minutos. É só o tempo de marcar esse 16 de janeiro com algo que me caiu. Eu vou prosseguir, independente do que me tenham dito. Está na hora de desistir daquela ideia de que eu não posso me permitir. Vou me permitir. Freud não importa tanto? Pois é, pra mim também.
Vou me importar. Preciso me importar. Isto sou eu. Serei eu daqui a muito tempo. E ainda sou eu. Como sempre fui. Não me movi.
Só que agora um pouco mais quebrada. Até virar cristais de açúcar, vou me quebrar novamente. Para escutar algo. Ou deixar. Tantas vezes eu falei, deixei... Calei. E quantas vezes ainda serão necessárias para que eu esqueça.
Só não me fale das teorias malditas. De como tudo pode ser cru e imperfeito. Porque enquanto você fala toneladas de verdades, eu me afundo na realidade. E me quebro novamente. Obrigada. Mais dessa sinceridade e eu me tornarei um cubo de gelo no meio da Antártida. Muito obrigada.
Dessa vez eu não vou assinar. Não preciso. Todas as letras aqui assinam por mim.
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Iesu, Rex admirabilis
Et triumphator nobilis,
Dulcedo ineffabilis,
Totus desiderabilis.
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